Albert Einstein...

Como dizia Albert Einstein...

"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original."

Bem Vindos!

Bem vindos ao Blog da Profª Patricia!

Neste blog vocês encontrarão alguns conceitos, listas de exercícios, aulas e dicas sobre alguns conteúdos das disciplinas de Química e Física. Será um espaço também para o esclarecimento de dúvidas e postagens de algumas curiosidades.

Aproveitem e bons estudos!

Um abraço, Profª Patricia.

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Introdução à mecânica - Aula 2

 Olá pessoal, este é o segundo vídeo da série Mecânica clássica, e nele vou falar sobre referencial e como ele influencia a ideia de movimento e de repouso.


Bons estudos!



sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Introdução à mecânica - Aula 1

 Olá pessoal, esse post é o início de uma série de vídeos relacionados à mecânica clássica, no qual explicarei conceitos básicos e alguns movimentos.

Nesse vídeo em específico falo sobre grandezas físicas, Sistema Internacional de Unidades e ponto material.

Aproveitem e bons estudos!!






quarta-feira, 24 de junho de 2020

1ª Lei de Ohm e Associação de resistores - Parte 1

Olá pessoal, nesse vídeo explico sobre a primeira Lei de Ohm e sua aplicação em exercícios simples. 
Também explico sobre associação de resistores em série e em paralelo e a aplicação da 1ª Lei de Ohm nesses circuitos através de exercícios resolvidos. 

No próximo vídeo falarei sobre a associação de resistores mista!

Até mais!


Quantidade de calor - Exercícios resolvidos

Pessoal, aqui vai um vídeo com exercícios simples resolvidos sobre quantidade de calor envolvendo calor sensível e calor latente.

Bom proveito!


quarta-feira, 13 de maio de 2020

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Movimento Uniforme


Quando um móvel se desloca com uma velocidade constante, diz-se que este móvel está em um movimento uniforme (MU).


Uma observação importante é que, ao se deslocar com uma velocidade constante, a velocidade instantânea deste corpo será igual à velocidade média, pois não haverá variação na velocidade em nenhum momento do percurso. No movimento uniforme, o móvel percorre espaços iguais em intervalos de tempo iguais.

Imagine a seguinte situação: um veículo que se move em movimento uniforme, com velocidade de 20 km/h, terá se deslocado de sua posição inicial em 20 km, em um intervalo de tempo de 1 hora. Em 0,5 h (30 minutos), esse mesmo veículo terá se distanciado de sua posição inicial em 10 km.

Todos os movimentos uniformes devem ocorrer em linha reta, já que nesse tipo de movimento não há aceleração. Entenda: para que um móvel sofra uma alteração em sua direção de deslocamento, é necessário que uma força atue sobre ele, imprimindo-lhe uma aceleração e fazendo com que o móvel ganhe uma nova componente de velocidade.

Se o corpo estiver movendo-se em uma trajetória circular com velocidade constante, sempre haverá uma aceleração apontando para o centro das curvas (aceleração centrípeta), sendo assim, esse tipo de movimento não pode ser categorizado como uniforme, mas sim circular uniforme.


REFERENCIAIS E CLASSIFICAÇÃO DO MOVIMENTO


Para definirmos corretamente o movimento de um corpo, é necessário escolher um referencial. Na Física, entendemos que referencial é a posição em que o observador se encontra. A figura abaixo mostra alguns veículos que se movem em diferentes sentidos ao longo da direção horizontal.
O referencial adotado na figura (marcado pelo ponto 0) é onde o observador se encontra. Segundo esse referencial, os carros, à esquerda, encontram-se em posições negativas, enquanto os carros, à direita, encontram-se em posições positivas.




É importante perceber que a escolha de outro referencial implicaria a mudança das posições iniciais de cada veículo e também a classificação dos seus movimentos.


FÓRMULAS DO MOVIMENTO UNIFORME

No movimento uniforme, a posição varia com o tempo de forma constante. Podemos calcular a posição em que um móvel estará após um intervalo de tempo (t). Para tanto, devemos saber a sua posição inicial (S0) e a velocidade (v) com a qual esse corpo desloca-se. Após ter identificado essas informações, basta utilizá-las na seguinte fórmula:

S = So + v.t

S – posição final do móvel
So – posição inicial do móvel
v – velocidade do móvel
t – intervalo de tempo

Para utilizar essa fórmula, é necessário lembrar as unidades utilizadas para cada uma das grandezas acima de acordo com o Sistema Internacional de Unidades (SI). De acordo com o SI, as posições são dadas em metros (m), a velocidade é dada em metros por segundo (m/s) e o intervalo de tempo é medido em segundos (s).


Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/movimento-uniforme.htm
https://www.sofisica.com.br/conteudos/Mecanica/Cinematica/mu.php
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/movimento-uniforme.htm


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Forças Fundamentais da Natureza - Força Nuclear Forte



Os fenômenos do mundo material são descritos introduzindo-se uma variedade de forças diferentes como a força peso, a força de atrito entre superfícies secas, a força de viscosidade, a força normal, as forças elásticas de deformação dos corpos e a força eletrostática (coulombiana), só para citar alguns exemplos. Contudo, descrevendo-se os fenômenos em termos de seus componentes microscópicos básicos e suas interações mútuas, aquela variedade de forças pode ser compreendida em termos de apenas quatro interações fundamentais: a gravitacional, a nuclear fraca, a eletromagnética e a nuclear forte.

Antes do Big Bang, o Universo era uma singularidade infinitesimalmente pequena, onde estas 4 forças estavam confinadas em um único ponto. Logo após o Big Bang, a gravidade foi a primeira que separou-se das demais forças e assim por diante. As leis de Einstein ainda não tinham sido aplicáveis, então o Universo se expandiu mais rápido que a luz.


A cada dia explicarei uma das quatro forças fundamentais.

FORÇA NUCLEAR FORTE

Um átomo é formado por um núcleo e uma eletrosfera. O núcleo é constituído por prótons (cargas positivas) e nêutrons (partículas sem carga elétrica), além dos elétrons (cargas negativas) na eletrosfera que giram ao redor do núcleo em determinadas órbitas.  Do estudo de eletricidade sabemos que cargas de mesmo sinal se repelem e cargas de sinal contrário se atraem, sendo assim, como é possível que os prótons, cargas de sinal positivo, fiquem todos no núcleo atômico?

Isso é possível , graças a força nuclear forte, que é representada pelo contato entre os quarks e glúons.

QUARKS

Os quarks são uma das partículas fundamentais do Universo (a outra partícula fundamental são os léptons – constituintes dos elétrons) e se caracterizam por estarem no núcleo atômico. Mais precisamente nos prótons e nos nêutrons: uma vez que os prótons e os nêutrons são nada mais que uniões de quarks de determinadas cargas e massas.

Basicamente, são classificados 6 tipos de quarks (nomeados em flavors – sabores, em inglês). Mas apenas dois realmente nos interessam: dado a sua importância na formação das partículas subatômicas. São eles: quarks Up e Down.

Os quarks Up possuem carga positiva, e os Down negativa. Para a formação de um próton necessita-se de dois quarks Up e um Down; para um nêutron, 2 quarks Down e um Up.



Observe que os quarks Up possuem carga positiva e os Down carga negativa, por isso que os nêutrons não apresentam carga: já que os sinais dos quarks se anulam.  As massas dos quarks são extremamente pequenas.

GLÚONS

Os glúons, mais uma espécie de partículas fundamentais – mas desprovidos de massa ou carga elétrica-, são os mediadores das interações entre os quarks, funcionando como uma “cola” (glue – em inglês) que os mantêm unidos. Portanto, são os glúons que “seguram” os quarks Up e Down de modo a constituir os prótons e os nêutrons. Dessa interação glúon-quark é originada a força nuclear forte – que tem como papel fundamental manter os quarks juntos uns aos outros, bem como os nêutrons e prótons no núcleo atômico.

O tempo de vida dos glúons, (assim como dos prótons, nêutrons e quarks) é infinito.


A força nuclear forte mantém a coesão do núcleo atômico e garante a união dos quarks para formarem os prótons e os nêutrons, assim como a ligação dos prótons entre si, equilibrando a força eletrostática repulsiva entre cargas de mesmo sinal. A força nuclear forte é mais intensa das quatro forças fundamentais. Sua intensidade é 10^38 vezes maior que a força gravitacional, a mais fraca das quatro. Entretanto, sua ação só se manifesta para distâncias menores que 10^(-15) m, isto é, dimensões inferiores às do núcleo atômico. A intensidade da força nuclear forte diminui rapidamente quando há a separação entre as partículas, praticamente se anulando quando a distância assume as dimensões de alguns diâmetros nucleares.



Fonte: www.infoescola.com
             osfundamentosdafisica.blogspot.com.br

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Forças Fundamentais da Natureza - Força Eletromagnética


Os fenômenos do mundo material são descritos introduzindo-se uma variedade de forças diferentes como a força peso, a força de atrito entre superfícies secas, a força de viscosidade, a força normal, as forças elásticas de deformação dos corpos e a força eletrostática (coulombiana), só para citar alguns exemplos. Contudo, descrevendo-se os fenômenos em termos de seus componentes microscópicos básicos e suas interações mútuas, aquela variedade de forças pode ser compreendida em termos de apenas quatro interações fundamentais: a gravitacional, a nuclear fraca, a eletromagnética e a nuclear forte.

Antes do Big Bang, o Universo era uma singularidade infinitesimalmente pequena, onde estas 4 forças estavam confinadas em um único ponto. Logo após o Big Bang, a gravidade foi a primeira que separou-se das demais forças e assim por diante. As leis de Einstein ainda não tinham sido aplicáveis, então o Universo se expandiu mais rápido que a luz.

A cada dia explicarei uma das quatro forças fundamentais.


FORÇA ELETROMAGNÉTICA

Nós, seres humanos, e todos os animais e plantas, além dos objetos, possuímos massas e estamos sujeitos à força gravitacional do planeta Terra. O que impede que sejamos todos aglomerados em torno do núcleo terrestre em uma única massa disforme? O que mantém nossos corpos coesos?

Também é fato que a maior parte da matéria é constituída de espaços vazios (basta vermos o modelo atômico clássico e compararmos as distâncias entre prótons e nêutrons com os elétrons). Então, o que impede que um bloco de madeira atravesse uma mesa por entre esses espaços vazios? A resposta a todas essas perguntas é a existência de outro tipo de interação entre os corpos: a força eletromagnética.

HISTÓRICO

Em 1820, o físico dinamarquês Hans Christian Öersted descobriu que a corrente elétrica num condutor está associada a um campo magnético. Dez anos mais tarde, Michael Faraday, físico inglês, e Joseph Henry, físico norte-americano, descobriram que a variação de um campo magnético induz uma corrente elétrica num condutor. Com a união desses estudos surgiu o eletromagnetismo.



Em 1837, James Clerk Maxwell, físico inglês, apresentou um trabalho no qual, matematicamente, ele unificava as forças elétricas e magnéticas, assumindo de vez a existência da força eletromagnética.

A partir da consolidação da teoria do eletromagnetismo, surgiram inúmeros experimentos e inventos, como o gerador de corrente alternada, desenvolvido por Nikola Tesla, e a lâmpada elétrica, criada por Thomas Alva Edison. A teoria de Maxwell ainda foi essencial para Albert Einstein, que buscando interpretar as relações estabelecidas entre o magnetismo e a eletricidade, conseguiu formular a teoria da relatividade, também baseada em estudos de Henri Poincaré e Hendrik Lorentz.

No século XX, as explicações da teoria do eletromagnetismo foram ainda mais sofisticadas. O resultado foi a união deste estudo com o da mecânica quântica, dando origem a teoria quântica eletromagnética, também conhecida como eletrodinâmica quântica, em 1940.

FORÇA ELETROMAGNÉTICA

A força eletromagnética tem a ver com praticamente todos os fenômenos físicos que se encontram no cotidiano, com exceção da gravidade. Isso porque as interações entre os átomos são regidas pelo eletromagnetismo, já que são compostos por prótons e elétrons, ou seja, por cargas elétricas. Mas é importante destacar que, de uma forma ou de outra, essa interação atinge todas as outras partículas conhecidas, com exceção do gráviton e do neutrino. Assim podem-se incluir fenômenos químicos e biológicos como consequência do eletromagnetismo.



A partícula mediadora da força eletromagnética é o fóton (uma forma de descrever a luz como partículas indivisíveis). Qualquer objeto ou corpo com carga elétrica emite e absorve luz (fótons), que é responsável pela transmissão da força eletromagnética. Tal constatação nos permite afirmar que a força eletromagnética entre dois corpos não é transmitida instantaneamente - e, sim, na velocidade da luz.


O eletromagnetismo foi imprescindível para o avanço tecnológico e a transformação da sociedade como a conhecemos atualmente. Graças aos estudos do eletromagnetismo, foi possível criar equipamentos indispensáveis para a vida contemporânea, como os motores elétricos, transformadores de tensão, forno micro-ondas, antenas de transmissão de dados e os cartões magnéticos. Os telefones móveis funcionam através das ondas eletromagnéticas, fundamentais para as comunicações sem fio. A importância desta teoria da física pode ser vista todos os dias, nos mais variados equipamentos elétricos e eletrônicos, que não existiriam sem estes estudos.



Fonte: fisicanamenterj.blogspot.com.br
          www.resumoescolar.com.br

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Forças Fundamentais da Natureza - Força Nuclear Fraca


Os fenômenos do mundo material são descritos introduzindo-se uma variedade de forças diferentes como a força peso, a força de atrito entre superfícies secas, a força de viscosidade, a força normal, as forças elásticas de deformação dos corpos e a força eletrostática (coulombiana), só para citar alguns exemplos. Contudo, descrevendo-se os fenômenos em termos de seus componentes microscópicos básicos e suas interações mútuas, aquela variedade de forças pode ser compreendida em termos de apenas quatro interações fundamentais: a gravitacional, a nuclear fraca, a eletromagnética e a nuclear forte.

Antes do Big Bang, o Universo era uma singularidade infinitesimalmente pequena, onde estas 4 forças estavam confinadas em um único ponto. Logo após o Big Bang, a gravidade foi a primeira que separou-se das demais forças e assim por diante. As leis de Einstein ainda não tinham sido aplicáveis, então o Universo se expandiu mais rápido que a luz.

A cada dia explicarei uma das quatro forças fundamentais.

FORÇA NUCLEAR FRACA

A força nuclear fraca é representada pelo decaimento radioativo e é responsável pela chamada radioatividade beta, descoberta por Marie Curie (1867-1934), na qual um nêutron dentro do núcleo atômico se transforma em um próton , criando, ao mesmo tempo, um elétron e uma outra partícula conhecida como antineutrino, ambas lançadas para fora do núcleo.

Ao contrário da força nuclear forte, também afeta os léptons (partículas quânticas que formam os elétrons, múons, taus e neutrinos).

Em 1968, Sheldon Glashow, Abdus Salam e Steven Weinberg unificaram a força eletromagnética e a interação fraca, mostrando-as como dois aspectos de uma única força, agora chamado de força eletro-fraca. Essa interação desempenha um papel fundamental na produção de energia pelo Sol.


No Modelo Padrão da física de partículas a interação fraca é causada pela emissão ou absorção de bósons W e Z . Bósons W e Z são muito mais pesados ​​e lentos do que os prótons ou nêutrons: o bóson Z chega a ser mais de 22 mil vezes mais massivo que um quark Up.  Isso faz com que  a força fraca tenha um alcance muito curto. A interação nuclear fraca é denominada força fraca porque a sua intensidade de campo ao longo de uma determinada distância é normalmente várias ordens de grandeza menor do que a da força nuclear forte e eletromagnetismo nuclear.

A interação fraca é responsável tanto pela desintegração radioativa e fusão nuclear de partículas subatômicas. A maioria dos férmions irá decair por uma interação fraca ao longo do tempo. Exemplos importantes incluem decaimento beta, e a produção de deutério e hélio a partir de hidrogênio que alimenta processo termonuclear do sol. Tal decadência também faz a datação por radiocarbono possível, como carbono-14 decai através da interação fraca para nitrogênio- 14. Ele também pode criar radioluminescência , comumente usado em iluminação de trítio.

Bósons W-Z


Os Bósons W e Z são os bósons mediadores da força nuclear fraca, e se diferem apenas pela carga de atuação: os bósons W atuam como mediadores em interações fracas de partículas carregadas, sendo W+ para as partículas carregadas negativamente ou W- para as partículas carregadas positivamente. Constituindo, assim as chamadas correntes carregadas; os bósons Z são neutros e, portanto, atuam em interações fracas de partículas de carga nula. Constituem correntes neutras.




Fonte: www.infoescola.com
             cienciaetecnologias.com

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Forças Fundamentais da Natureza - Gravidade


Os fenômenos do mundo material são descritos introduzindo-se uma variedade de forças diferentes como a força peso, a força de atrito entre superfícies secas, a força de viscosidade, a força normal, as forças elásticas de deformação dos corpos e a força eletrostática (coulombiana), só para citar alguns exemplos. Contudo, descrevendo-se os fenômenos em termos de seus componentes microscópicos básicos e suas interações mútuas, aquela variedade de forças pode ser compreendida em termos de apenas quatro interações fundamentais: a gravitacional, a nuclear fraca, a eletromagnética e a nuclear forte.

Antes do Big Bang, o Universo era uma singularidade infinitesimalmente pequena, onde estas 4 forças estavam confinadas em um único ponto. Logo após o Big Bang, a gravidade foi a primeira que separou-se das demais forças e assim por diante. As leis de Einstein ainda não tinham sido aplicáveis, então o Universo se expandiu mais rápido que a luz.

A cada dia explicarei uma das quatro forças fundamentais.


FORÇA GRAVITACIONAL


A Gravidade é tida como a mais fraca das interações, mas esta é a interação que tem o mais longo alcance. É uma força de atração que, diferente de outras interações, atua entre absolutamente todas as partículas no universo. Devido ao seu longo alcance, e da propriedade de depender somente da massa dos objetos e independente de sua carga etc., a maioria das interações entre objetos separados por escala de distância maiores que de um planeta, por exemplo, são predominantemente devidas à gravidade. 

É sempre atrativa, nunca repulsiva. Esta força junta a matéria, é responsável por você ter peso, por maçãs caírem das árvores, por manter a Lua na sua órbita à volta da Terra, os planetas confinados nas suas órbitas à volta do Sol, e por segurar galáxias em grupos.


A gravidade é responsável por fenômenos de larga-escala como galáxias, buracos negros e a hipotética expansão do universo, como também os mais elementares fenômenos astronômicos como a órbita dos planetas. Na experiência cotidiana, a interação gravitacional aparece como o peso dos corpos e a queda de objetos.

A gravidade também é responsável pelas marés, pois, embora muito maior que a Lua, o Sol tem menor efeito sobre as marés, em virtude de sua distância à Terra ser muito grande. A elevação das águas, contudo, é muito mais acentuada quando os três corpos estão alinhados, o que é verificado duas vezes por mês: na Lua Cheia e Lua Nova. São as chamadas marés vivas. Quando o Sol, a Lua e a Terra estão dispostos em ângulo reto (sendo a Terra o vértice), a variação das marés é menor. São as marés mortas.

A interação entre dois corpos de massas M e m separadas por uma distância r, foi estudada por Isaac Newton e expressa em forma de equação pela primeira vez em 1687 como sendo dada pela força F:


onde G é denominada constante da gravitação universal, e acredita-se que seja a mesma em qualquer parte do Universo. Assim percebemos que a intensidade desta força decai com o inverso do quadrado da distância entre um corpo e outros.

Sua generalização relativística é a teoria da Gravitação de Einstein, também chamada de Teoria da Relatividade Geral de Einstein, segundo a qual o fenômeno é uma consequência da curvatura espaço-tempo que regula o movimento de objetos inertes.


Fonte: cienciaxreligiao.blogspot.com.br
             www.misteriosdouniverso.net

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Algumas Curiosidades sobre Galileu Galilei


1. O físico, matemático, astrônomo e filósofo Galileu Galilei nasceu na cidade de Pisa em 1 564 e morreu em Florença em 1 642.

2. Galileu foi o mais velho dos sete filhos de Vicenzo Galilei e Giulia Ammanati di Pesci.

3. Ele nunca se casou, mas teve três filhos – duas meninas e um menino – com Marina Gamba, com que vivera por um tempo. As meninas foram colocadas em conventos, onde passaram boa parte da vida.

4. Por vontade de seu pai, estudou medicina durante dois anos. No entanto, desistiu do curso para estudar matemática, que também não chegou a completar. Desenvolveu os seus dons estudando por conta própria durante muito tempo.

5. Acredite se quiser, mas para conseguir uma vaga na Universidade de Pisa, Galileu tentou provar a existência do inferno de Dante Alighieri, autor do clássico A Divina Comédia, através de cálculos matemáticos. De acordo com ele, o inferno seria cônico, com a parte mais profunda no centro da Terra. E o teto, imagine só, ficaria próximo da cidade de Jerusalém.

6. Aos 24 anos já era um cientista renomado em Pisa, onde passou a lecionar matemática. Foi nessa época que, segundo reza a lenda, teria feito o experimento pelo qual jogou dois objetos da Torre de Pisa, provando que a aceleração de um objeto em queda não é proporcional ao peso.

7. O experimento da Torre de Pisa não passa mesmo de uma lenda repetida até hoje, assim como a história de que ao negar a hipótese de que a Terra girava em torno do sol perante a Inquisição, Galileu teria tido: “Mas que gira, gira”.

8. Ao contrário do que muitos imaginam, não foi ele quem inventou o telescópio. Galileu apenas aperfeiçoou o instrumento com lentes mais potentes. O telescópio foi inventado em 1 608 na Holanda.

9. Galileu aperfeiçoou o telescópio mesmo sem nunca ter visto um. A façanha foi realizada através de descrições. O primeiro aumentava nove vezes, e o segundo 30 vezes.

10. Descobriu as seguintes luas de Júpiter: Io, Ganimedes, Calixto e Europa, atualmente conhecidas como “luas galileanas”. Descobriu também as montanhas lunares, as manchas solares, as fases de Vênus e o planeta Saturno (que disse possuir “orelhas”).

11. Convencido por suas descobertas astronômicas, defendeu a tese heliocêntrica de Nicolau Copérnico (de que a Terra não era o centro do universo). Uma vez que essa teoria era contrária aos dogmas da Igreja Católica, Galileu sofreu dois processos. Além de ser obrigado a negá-la em público, ele foi condenado a passar o resto da vida em prisão domiciliar.

12. Galileu bem que tentou burlar a censura da ICAR à teoria heliocêntrica de Copérnico escrevendo sua obra Diálogo Sobre os Dois Máximos Sistemas de Mundo, publicada em 1 632, na forma de uma conversa entre três sábios, cada qual defendendo um modelo. O primeiro problema foi que o defensor da teoria geocêntrica (que a Terra gira em torno do sol) era um tanto abobalhado (um “anão mental” e “idiota”, segundo o livro). O segundo foi que muitos imaginaram ser ele uma caricatura do papa Urbano VIII.

13. Em virtude da censura imposta pelas autoridades eclesiásticas, seus escritos só foram publicados 60 anos após sua morte. O processo que sofreu só foi revisto 300 anos depois, quando a ICAR decidiu pela absolvição.

14. Mesmo afetado por problemas de visão, Galileu continuou trabalhando com a ajuda de dois discípulos. Morreu cego aos 78 anos.

15. Entre as suas criações estão o compasso geométrico, a balança hidrostática, o termobaroscópio (aparelho que originalmente serviria para medir a pressão atmosférica, mas acabou servindo como termômetro), uma régua calculadora e o binóculo.

16. Uma observação importante: Não foi em virtude das suas invenções ou descobertas que Galileu se tornou vital para a história do conhecimento científico, mas porque foi o primeiro a combinar observação experimental com a descrição teórica dos fenômenos. E outras palavras, podemos dizer que ele foi o pioneiro na utilização do método científico.




Fonte: http://www.maiscuriosidade.com.br

Dicas para resolver exercícios de Física!

A Física é classificada por muitos como uma das disciplinas mais difíceis a serem aprendidas, em razão das inúmeras teorias, leis, princípios, equações etc. Não existe mágica para resolver questões, na verdade, é necessário muito estudo e dedicação. Contudo, se você tem dificuldade com essa disciplina, existem alguns passos importantes que podem tornar a resolução dos exercícios mais simples. Confira abaixo algumas dicas para resolver exercícios e compreender melhor essa área do conhecimento!

1. Seja um bom leitor!

A capacidade de interpretação de texto é essencial para o estudo de Física. Muitos alunos julgam a disciplina como difícil por não conseguirem entender os enunciados. Manter o hábito da leitura é fundamental para desenvolver uma alta capacidade de interpretação e não ficar perdido diante de um enunciado longo, como é o caso dos enunciados do Enem.

2. Conheça a teoria!

A Física é uma ciência que possui teorias riquíssimas e muito bem elaboradas por diversos ícones dessa ciência. Tentar resolver um exercício de Física sem conhecer a teoria que explica o fenômeno em questão pode ser o caminho certo para o erro.

3. Anote os dados!

Ao longo do enunciado das questões, os dados necessários para a sua resolução vão sendo fornecidos. É extremamente importante listar os dados fornecidos para ter de forma acessível tudo o que será necessário para a resolução da questão. Caso os dados não sejam listados, a todo momento que a necessidade de seu uso surgir, você terá que ler novamente o enunciado e procurar a informação desejada. Isso pode fazer com que você se perca na resolução do exercício.

4. Identifique a pergunta!

Todos os exercícios possuem algo chamado de comando da questão, que é justamente a pergunta do exercício, aquilo que você deve encontrar. É muito importante que o comando da questão esteja bem claro e entendido, pois somente assim os caminhos para a resolução poderão ser encontrados.

5. Confira as unidades de medida!

Sempre existem as unidades de medida corretas a serem utilizadas, portanto, é de suma importância conferir se todos os dados estão de acordo com o Sistema Internacional de Unidades. O uso de unidades de medida incorretas compromete completamente a resolução do exercício.

6. Analise as equações!


Depois de anotar os dados, entender o comando da questão e colocar todas as unidades de medida de acordo com o Sistema Internacional, deve-se procurar na teoria qual ou quais equações podem ser utilizadas para solucionar o problema. Existem casos em que mais de uma equação pode ser utilizada. Quando isso acontecer, opte pelo caminho mais simples.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Encontrada uma estrela que dispara raios!


Usando um supertelescópio em conjunto com outros aparelhos semelhantes na Terra e no espaço, astrônomos descobriram um novo tipo de estrela binária.

Ela fica no sistema estelar AR Scorpii, habitado por uma estrela anã branca que libera um raio de elétrons que atinge sua vizinha - uma estrela anã vermelha fria -, como se a estivesse "atacando".

Esse fenômeno faz com que todo o sistema pulse, se iluminando e escurecendo a cada 1,97 minuto.
O AR Scorpii fica na constelação de Escorpião, a 380 anos-luz de distância da Terra.
Sua estrela anã branca tem o tamanho do nosso planeta, mas uma massa 200 mil vezes maior. A estrela anã vermelha fria tem um terço da massa do Sol. Elas se orbitam num ciclo de 3,6 horas.

A estrela anã branca é muito magnética e gira em alta velocidade. Isso acelera elétrons até quase atingirem a velocidade da luz, fazendo com que sejam liberados em explosões que formam o facho. Quando ele atinge a estrela anã vermelha fria, todo o sistema pulsa intensamente.



Só Lembrando que..

Uma estrela anã branca é uma estrela que possui uma grande densidade, possuindo aproximadamente uma massa equivalente à massa do nosso Sol mas concentrada num tamanho equivalente ao tamanho do nosso planeta Terra.

Quando uma estrela com massa até cerca de 8 vezes a massa do nosso Sol esgota o seu “combustível”, ou seja, esgota o hidrogénio em seu núcleo, o núcleo da estrela passa a ser constituído essencialmente por hélio. Nesta fase a estrela expande-se tornando-se numa estrela gigante vermelha. Nas camadas exteriores ainda se dá a fusão de hidrogénio em hélio, ao contrário do seu núcleo.

Posteriormente no núcleo dá-se a fusão de hélio em carbono, acabando também por surgir outros elementos pesados. O processo de fusão vai assim terminando e o núcleo contrai-se pela ação a sua própria força de gravidade. Entretanto as camadas exteriores da estrela gigante vermelhas são expelidas, formando uma nebulosa planetária.

Neste ponto temos uma nebulosa planetária a envolver um pequeno mas muito denso corpo celeste, uma anã branca. Uma anã branca é portanto o núcleo daquilo que era uma estrela gigante vermelha.

Passadas algumas dezenas de milhares de anos, a nebulosa planetária é dissipada, ficando apenas a estrela anã branca.

Uma anã branca é um dos objetos celestes mais densos que existem, sendo apenas ultrapassada pelas estrelas de neutrões e pelos buracos negros.

Já a Anã vermelha é o tipo de estrela mais comum na Via Láctea. Trata-se de uma estrela pequena, pouco massiva e relativamente fria. Como o próprio nome indica, a cor deste tipo de estrela é vermelha.

As anãs vermelhas são estrelas que fazem parte da chamada sequência principal, uma faixa de estrelas representada no diagrama de Hertzsprung-Russell. As estrelas da sequência principal geram luz e calor através da fusão de hidrogénio em hélio nos seus núcleos.


A massa das anãs vermelhas pode ir desde aproximadamente 0,075 vezes a massa do nosso Sol, até aproximadamente metade da massa do nosso Sol. São estrelas relativamente frias, com sua temperatura à superfície a rondar os 4.000 K.



Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-36908513
http://www.siteastronomia.com/

terça-feira, 12 de julho de 2016

Teoria das Cordas...

Pessoal, aqui está um vídeo muito interessante do cientista Michio Kaku explicando em linhas gerais a Teoria das Cordas e o Multiuniverso..




Para quem quer entender um pouco mais sobre a Teoria das Cordas aqui está o link de um post mais antigo do blog falando um pouco sobre esse conceito: Entendendo a Teoria das Cordas





sábado, 9 de julho de 2016

Planetas Binários!

Um planeta binário é um sistema composto por dois planetas que interagem mutuamente e orbitam um ponto livre e comum no espaço, normalmente um planeta principal e uma lua que orbita o centro de massa no sistema, tendo essa lua um tamanho considerável em relação ao planeta principal.

No Sistema Solar existe somente um planeta binário.

Plutão - Caronte: Caronte é unico satélite de Plutão e tem metade do diâmetro deste. No entanto, desde 24 de agosto de 2006, Plutão não é mais considerado um planeta do sistema solar de acordo com União Astronómica Internacional (IAU).



A definição para se classificar um sistema como um Planeta Binário é que o centro de massa do sistema não esteja localizado sob a superfície de um dos corpos, mas sim em um ponto livre do espaço.

Embora a Lua tenha uma massa considerável em relação ao planeta, o sistema Terra - Lua possui seu centro da massa localizado sob a superfície terrestre, classificando-o como um sistema Planeta-Satélite.

Existem outros casos de planetas binários entre os asteroides, formando estes o gênero mais comum deste tipo de sistema.



Fonte: http://astronomiainterativa.blogspot.com.br/

Para Descontrair..


Fonte: Específica de Física

quinta-feira, 7 de julho de 2016

EFEITO JOULE


Quando a corrente elétrica percorre um condutor como, por exemplo, um metal, faz com que esse se aqueça, transformando, dessa forma, a energia elétrica em energia térmica. Esse fenômeno de conversão de energia nos condutores, energia elétrica em térmica, foi estudado e descoberto no século XIX pelo cientista e físico britânico James Prescott Joule (1818-1889). É em homenagem a ele que esse efeito tem o seu nome, efeito joule.


O efeito joule ocorre em decorrência dos inúmeros choques que ocorrem entre os elétrons que formam a corrente elétrica e os átomos ou moléculas que fazem parte da composição do material condutor. Com os choques os elétrons adquirem energia cinética e parte dela é transferida para os átomos do condutor, fazendo com que esses se agitem mais com esse acréscimo de energia. O aumento no grau de agitação das partículas ocorre em consequência do aumento da temperatura, e é através desse aumento de temperatura que aparece a incandescência, que nada mais é que a luz emitida em virtude do aquecimento.


Exemplos de onde acontece o Efeito Joule

A descoberta da relação entre eletricidade e calor trouxe ao homem vários benefícios. Muitos aparelhos que utilizamos no nosso dia-a-dia têm seus funcionamentos baseados no Efeito Joule, alguns exemplos são:

Lâmpada: um filamento de tungstênio no interior da lâmpada é aquecido com a passagem da corrente elétrica tornando-se incandescente, emitindo luz.


Chuveiro: um resistor aquece por Efeito Joule a água que o envolve.

São vários os aparelhos que possuem resistores e trabalham por Efeito Joule, como por exemplo, o secador de cabelo, o ferro elétrico e a torradeira.

Outra aplicação que utiliza esta teoria é a proteção de circuitos elétricos por fusíveis. Os fusíveis são dispositivos que têm com objetivo proteger circuitos elétricos de possíveis incêndios, explosões e outros acidentes. O fusível é percorrido pela corrente elétrica do circuito. Caso esta corrente tenha uma intensidade muito alta, a ponto de danificar o circuito, o calor gerado por ela derrete o filamento do fusível interrompendo o fornecimento de energia, protegendo o circuito.


Experiência: Efeito Joule


Pode-se fazer uma simples demonstração do Efeito Joule utilizando para isto, três pilhas grandes, um pouco de palha de aço (Bom Bril) e dois fios flexíveis.


Coloque as três pilhas em série e conecte uma extremidade de cada fio nas extremidades da série de pilhas. Coloque a palha de aço em um local onde não possa ocorrer a propagação de chamas (em algum piso não inflamável). Encoste as duas extremidades dos fios na palha de aço, fechando o circuito e estabelecendo a passagem da corrente elétrica. Esta corrente elétrica aquece os fios de palha por Efeito Joule e, por serem muito finos, tornam-se incandescentes e pegam fogo.






Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/o-efeito-joule-suas-aplicacoes.htm
http://brasilescola.uol.com.br/fisica/efeito-joule.htm

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Corrente Elétrica: O que é e qual sua velocidade?

Um condutor metálico, que tem a característica de ter elétrons livres (elétrons da última camada que estão fracamente ligados ao núcleo), quando é submetido a uma diferença de potencial (ddp), esses elétrons inicialmente livres e desordenados iniciam um movimento ordenado e em um sentido - a corrente elétrica.
Assim podemos definir corrente elétrica como o movimento ordenado de cargas elétricas.

Pra ficar mais fácil entender, imagine um tubo que ligue duas caixas d'água, uma mais alta e outra mais baixa. A água com certeza sairá da que está mais alta e descerá pra mais baixa. Quanto maior a diferença de altura, maior será a velocidade de queda de água. Transportando isso pra eletricidade, quanto maior for a diferença de potencial (tensão), mais rápido será o fluxo de água (corrente).

Sentido da Corrente
O sentido convencional da corrente coincide com o sentido de movimentação das cargas elétricas positivas, que é contrário ao movimento dos elétrons.



Intensidade da Corrente Elétrica
A intensidade da corrente é dada pela quantidade de carga elétrica por unidade de tempo. Então temos:


A unidade adotada para a intensidade da corrente no SI é o ampère (A), em homenagem ao físico francês Andre Marie Ampère, e designa coulomb por segundo (C/s).

Qual a velocidade da corrente elétrica?
Quando você aciona um interruptor que liga uma lâmpada, na verdade está apenas fazendo com que um circuito se feche. Neste instante, os elétrons livres, presentes na fiação da rede elétrica da sua casa, sofrerão a influência de um campo elétrico e começarão se movimentar. Esta é a corrente elétrica.

Mas você já se perguntou com que velocidade estas partículas infinitamente pequenas se movem, para que a lâmpada se ligue praticamente no momento em que é acionada?



O primeiro pensamento que vem à mente é de que os elétrons percorrem o segmento do condutor, entre o interruptor e a lâmpada, em uma ínfima fração de segundo, levando-nos a pensar que a velocidade de deslocamento destes elétrons é próxima à velocidade da luz.

Na verdade, este raciocínio induz a um grande erro.

Para chegarmos à resposta certa, devemos pensar que o fio condutor, que normalmente é de cobre, é formado por infinitos átomos, desde seu início até a sua extremidade mais distante.

Portanto, ao fecharmos o circuito, acionando o interruptor, estamos fazendo com que todos os elétrons livres se movimentem. Não necessariamente os elétrons que estão próximos a você são os que farão a lâmpada funcionar.

 Surpreendentemente, a velocidade de cada elétron é realmente baixa, experimentalmente chega-se a resultados próximos a 1 cm/s, variando conforme o material do condutor e as características do local onde se encontra.
  

E se pensarmos que as redes no Brasil têm caráter alternado, com frequência de 60 Hz (ou seja, o sentido do movimento da corrente muda 120 vezes a cada segundo), provavelmente chegaremos à conclusão de que é possível que os elétrons livres que estão próximos a sua mão no momento em que você aciona um interruptor podem nunca chegar a atravessar todo o segmento de fio, a ponto de realmente chegarem à lâmpada a qual está ligado.


Fonte: http://www.sofisica.com.br/conteudos/curiosidades/velocidadedaeletricidade.php
http://brasilescola.uol.com.br/fisica/corrente-eletrica.htm

15 Curiosidades sobre a Gravidade!


1. A gravidade é um efeito dos corpos com elevada massa sobre o espaço-tempo ao seu redor. É considerada em conjunto com o eletromagnetismo, a força fraca e a força forte uma das quatro forças fundamentais da natureza.

2. De acordo com a Lei da Gravitação Universal de Isaac Newton, “a força da gravidade é diretamente proporcional às massas dos corpos em interação e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles” (Wikipédia).

3. A gravidade é responsável por manter a Lua girando em torno da Terra, a Terra em torno do Sol e o Sol em torno da Via Láctea, a sua galáxia. “Ela faz com que a matéria dispersa se aglutine” e “mantenha-se intacta, permitindo a existência de planetas, estrelas e galáxias” (Wikipédia).

4. Quem descobriu a gravidade foi o físico e matemático britânico Isaac Newton. Publicada em 1 687, a sua obra Philosophiae Naturalis Principa Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural) descreveu a Lei da Gravitação Universal. Com isso, Newton explicou como tanto os objetos na Terra como os corpos celestes são governados pelas mesmas leis naturais.

5. Buracos negros são corpos celestes com massa e campo gravitacional gigantescos, que atraem tudo ao seu redor. Nem mesmo a luz consegue escapar da sua força gravitacional. Nascem quando uma estrela com massa pelo menos 25 vezes superior a do Sol consome todo o seu combustível e implode. O núcleo desaba e, a partir de um determinado momento, a estrela passa a se comportar como uma espécie de ralo cósmico, “sugando” toda a matéria ao redor.

6. O diâmetro do Sol é de 1,4 milhões de quilômetros e a massa, 333 mil vezes maior do que a da Terra. Caso tivesse um diâmetro menor que 6 quilômetros, ele se contrairia a ponto de se transformar num buraco negro.

7. Buracos negros possuem uma atração gravitacional tão forte que bastaria um do tamanho de uma bola de pingue-pongue para aniquilar a Terra.

8. As estrelas de nêutrons são outros objetos com força gravitacional extrema. Apesar de pequenas – com apenas 14 quilômetros de diâmetro, por exemplo –, chegam a ser tão massivas que apenas um centímetro cúbico de sua matéria pesa tanto quanto 1 bilhão de elefantes. Também giram a velocidades estonteantes. E chegam a desviar a luz em seu caminho.

9. A falta de gravidade afeta o organismo humano de tal forma que para evitar o atrofiamento da musculatura, o astronauta à bordo da Estação Espacial Internacional é obrigado a fazer duas sessões diárias de exercícios. Aliás…

10. Você sabia que a ausência de gravidade faz com que os astronautas voltem para a Terra de 4 a 6 centímetros mais altos?

11. Bactérias nocivas podem se tornar ainda mais perigosas em microgravidade. É o caso da salmonela, uma bactéria que causa intoxicação alimentar. Segundo um estudo publicado em 2 007, elas podem ficar até três vezes mais agressivas nessas condições.

12. Se fosse para Plutão, onde a atração gravitacional é menor, uma pessoa de 70 quilos pesaria apenas 7,7 quilos em Plutão. Em Júpiter, ao contrário, ela pesaria bem mais: 184,8 quilos.

13. A gravidade permite que asteroides também tenham seus próprios satélites. É o caso do asteroide 1 998 QE2, que passou próximo da Terra em 2 013. A sua descoberta, no entanto, não representou nenhuma surpresa para os pesquisadores da NASA. Isso porque, segundo dados da própria agência, 16% de todos os asteroides maiores de 200 metros formam um sistema binário ou até triplo.

14. Acredite se quiser, mas mesmo na Terra a gravidade não é de fato uniforme. Na região de Hudson Bay, no Canadá, por exemplo, ela é bem menor do que em outras áreas do planeta.


15. Enquanto a gravidade “reúne” galáxias em grandes aglomerados, a energia escura repele. Mas o que é exatamente a energia escura? Não se sabe. A única certeza é de que ela compreende 73% do universo e afasta as galáxias uma das outras. Assim como a chamada matéria escura, a energia escura é um dos maiores mistérios da ciência.


Fonte: http://www.maiscuriosidade.com.br/conheca-alguns-fatos-curiosos-sobre-a-gravidade/